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Resenha: How to Kill a Rock Star – Tiffanie DeBartolo

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sinopse

Written in her wonderfully honest, edgy, passionate and often hilarious voice, Tiffanie DeBartolo tells the story of Eliza Caelum, a young music journalist, and Paul Hudson, a talented songwriter and lead singer of the band Bananafish. Eliza’s reverence for rock is equaled only by Paul’s, and the two fall wildly in love.

When Bananafish is signed by a big corporate label, and Paul is on his way to becoming a major rock star, Eliza must make a heartbreaking decision that leads to Paul’s sudden disappearance and a surprise knock-your-socks-off ending.

dados-tecnicos

Título do livro: How to Kill a Rock Star

Autor(a): Tiffanie DeBartolo

Editora: Kindle

resenhando

“Dreams can change histories and songs can alter destinies”.

Fiquei sabendo do How to Kill a Rock Star, da Tiffanie DeBartolo, através do Facebook da Tarryn Fisher, uma das minhas autoras preferidas. O livro já estava na minha estante do GoodReads faz tempo. A fila não andava para chegar nele. Precisou eu ficar travada na cama, com lombaldia, para conseguir adiantar minha leitura e descobrir uma ótima história.

Traduzindo e resumindo a sinopse, a obra conta a história de Eliza Caelum, jornalista que escreve sobre o mundo da música, e de Paul Hudson, um talentoso compositor e vocalista da banda Bananafish. Ambos dividem a mesma adoração pelo rock e acabam se apaixonando. Quando finalmente Paul tem a oportunidade de conquistar seu lugar no mundo do rock, Eliza toma uma dolorosa decisão que acaba mudando o rumo da história.

“Fate is just another word for people’s choices coming to a head. Destiny, coincidence, whatever you name it. It inevitably lies in our hands.”

Não quero ficar falando muito da história em si nessa resenha, pois quem gosta de um bom romance vai se amarrar no livro. A obra te faz rir, torcer e ficar apaixonada.  Conforme algumas coisas na vida, ela nos decepciona pelas escolhas dos personagens. Um dos atos de virada do livro me deixou sem reação, deu até vontade de bater na porta da autora e perguntar qual é o problema dela (risos). No desfecho, Tiffanie surpreende mais uma vez.

“I don’t know anything,” she said. “Except that desperation and fear make a person do really stupid things.”

How to Kill a Rock Star (Como acabar como uma estrela do rock) é daqueles livros que conquista logo nas primeiras páginas. Tiffanie DeBartolo tem uma escrita leve e com senso de humor. A narrativa é envolvente não apenas por conta do romance, mas também pela propriedade que a autora descreve a música, em especial o rock. Dá para perceber um cuidado especial, de quem sabe o que está falando. Esse conhecimento todo tem motivo, Tiffanie é diretora executiva em uma empresa da indústria musical americana.

“Happiness is elusive, for sure. But like love, and music, I believed in it because I could feel it”.

Gostaria de destacar, também, a diferenciação na narrativa dos personagens. Nos capítulos da Eliza, a personagem relata, em primeira pessoa, o desenrolar dos fatos. Quando é a vez do Paul, o texto ocorre da mesma forma, porém o texto é o diário que ele grava em áudio. Assim, ele interage com o gravador, ou seja, parece que está interagindo com o leitor. Já quando apresenta o ponto de vista de Loring (outro personagem central), o narrador está em terceira pessoa. Achei brilhante essa forma de apresentação dos personagens.

A única coisa que não gostei foi a diagramação do e-book no Kindle. Por falta de pular linhas ou, sei lá, colocar uma marcação, quando mudava o personagem que estava narrando, não ficava claro que havia acabado um ponto de vista de um personagem e começado outro. Teve horas que eu só descobria de quem era a voz no segundo paragrafo.  Mas não se desanime por conta disso. O livro é bom demais para a diagramação matar a história.

Assim sendo, posso afirmar que ler as 417 páginas de How to Kill a Rock Star foi fácil. Espero muito que o livro de Tiffanie DeBartolo chegue ao Brasil.

Continuem lendo!!

Fernanda Drumond

Leitora, resenhista, jornalista, profissional do marketing e futura escritora. Aquariana, sonhadora e idealista. Sou de Niterói/RJ, uma legítima papa goiaba. Mãe da Estrela, minha bagunceira de quatro patas. Nunca deixo de sair de casa sem minha carteira, meu óculos e meu kindle. Prefiro digital do que físico. Minha motivação de vida é ajudar as pessoas a escreverem suas histórias.

Um comentário

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    Desbravadores

    Eu sou péssima no inglês, então você ajudou ao traduzir o que a sinopse quis dizer hahaha.
    Eliza e vocês têm algo em comum: a profissão rs.
    Gostei do livro e fiquei interessada em ler. Pena que o inglês não é pra mim 🙁

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