Resenha: F*ck Love, de Tarryn Fisher

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sinopse

Helena Conway has fallen in love.
Unwillingly.
Unwittingly.

But not unprovoked. Kit Isley is everything she’s not—unstructured, untethered, and not even a little bit careful.
It could all be so beautiful…if he wasn’t dating her best friend. Helena must defy her heart, do the right thing, and think of others.
Until she doesn’t.

Tradução livre:

Helena Conway se apaixonou.
Inesperadamente.
Inesperadamente.
Não intencionamente. Kit Isley é tudo o que ela não é – desestruturada, sem compromisso e nem um pouco cuidadosa.
Poderia ter sido muito bonito, se ele não tivesse ficando com sua melhor amiga. Helena deveria desafiar seu coração, fazer a coisa certa e pensar nos outros.
Mas ela não o faz.

dados-tecnicos

Título do livro: F*ck Love
Autor(a): Tarryn Fisher
Editora: Kindle

resenhando

“The best kind of love is the love that isn’t supposed to happen.”

Fuck Fuck Fuck PQP!!

Fuck Love meio que acabou comigo. Tarryn Fisher é foda. Eu tive que acalmar o coração e colocar a cabeça no lugar para conseguir resenhar. Sou muito parecida com Helena. Acabei que me identifiquei demais com a personagem “beige girl”. Também sou uma beige girl. Uma mulher normal, fora dos holofotes, que raramente impõe sua individualidade, que não fede e não cheira.

We think we can control our lives, but our lives control us. And everything that touches our lives controls us. People have less power than they think they do. It’s just the reactions we control.”

Em F*ck Love, Tarryn Fisher, nos apresenta a história da Helena. De uma jovem que é coadjuvante na vida da sua melhor amiga, do seu namorado e de todos em sua volta. Ela vive a vida sem grandes aventuras, ocupando o espaço que cada um lhe dá. As coisas começam a mudar para pior quando Helena tem um estranho sonho, que a faz despertar para Kit Isley, o namorado da sua melhor amiga Della. Junto com isso, ela descobre que seu namorado a traiu e que será pai. Nesse drama todo, em busca de reerguer, ela passa a conviver mais cm Kit. E, o que nunca deveria acontecer, ocorre. Ela fica completamente apaixonada por Kit. E se ferra, pois ele é o namorado da Della. E só lhe resta esquecer seus sentimentos. Fuck Love!

Por eu me identificar tanto com a personagem, eu vivenciei toda confusão, medos, incertezas da Helena. Assim com ela, sou uma pessoa leal. Ela se sentia uma criminosa por amar Kit. E, acompanhar toda trajetória dela para fazer o que é “certo” foi bem envolvente.

“I am what I am. I marvel at how yearning can make you disintegrate. And to keep from disappearing all together, you must rebuild yourself.”

Quem já leu algum livro da Tarryn Fisher sabe que não dá para prever as ações e muito menos o final. As escolhas da Helena para seguir em frente e ter nova perspectiva de vida, para se reconstruir acaba levando a personagem entre altos e baixos.

“Fuck fear, and fuck Kit, and fuck love. I don’t need any of that muggle shit.”

Mesmo com a carga emocional alta, o livro trás humor também. Dei muita gargalhada . Amei as trocas de mensagens de texto dos personagens, as hashtags, as selfies, as referências ao Harry Potter. Esses elementos deixaram a obra atual, me deixando completamente em casa.

F*ck Love é um livro um pouco diferente dos últimos que li da Tarryn Fisher. É doce, mais suave. Está mais para Love with Lies series do que para Mud Vein e Marrow. Foi um lado da Tarryn Fisher que gostei muito de ler. Ela escreve muito bem romances.

Certamente recomento, F*ck Love.

Continuem lendo!! Sempre!!

Beijos, Fernanda D.

Jornalista. Moro em Niterói/RJ. Viciada em livros. Sempre acordo com olheiras, pois antes de dormir sempre penso “só mais um capítulo”. Em 2013, li cerca de 50 livros. Os que mais me marcaram foram “O lado bom da vida”, Tem Tiny Breaths, os das série Love me with lies, Breathing, Slammed e Hopeless. Para 2014, a meta é 70 livros.

One Response to Resenha: F*ck Love, de Tarryn Fisher

  1. 1
    Carla says:

    Ei Fernanda!
    Olha, tb achei ele mais parecido com Love me with lies. Só que não achei tão bom quanto. Eu gostei e não gostei mto desse livro comparado aos outros. Mas um livro da Tarryn é sempre bom. Me indetifiquei um pouco com a Helena tb, mas teve algo nela que me suou falso, não sei explicar… Achei que ela deu uma forçada na caracterização.
    Bjos! Carla
    Lápis e Livros

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Ei Fernanda!
Olha, tb achei ele mais parecido com Love me with lies. Só que não achei tão bom quanto. Eu gostei e não gostei mto desse livro comparado aos outros. Mas um livro da Tarryn é sempre bom. Me indetifiquei um pouco com a Helena tb, mas teve algo nela que me suou falso, não sei explicar… Achei que ela deu uma forçada na caracterização.
Bjos! Carla
Lápis e Livros