Resenha: Amor fora do ar, de Jessica Park

sinopse

Something is seriously off in the Watkins home. And Julie Seagle, college freshman, small-town Ohio transplant, and the newest resident of this Boston house, is determined to get to the bottom of it. When Julie’s off-campus housing falls through, her mother’s old college roommate, Erin Watkins, invites her to move in. The parents, Erin and Roger, are welcoming, but emotionally distant and academically driven to eccentric extremes. The middle child, Matt, is an MIT tech geek with a sweeFlat out lovet side … and the social skills of a spool of USB cable. The youngest, Celeste, is a frighteningly bright but freakishly fastidious 13-year-old who hauls around a life-sized cardboard cutout of her oldest brother almost everywhere she goes.

And there’s that oldest brother, Finn: funny, gorgeous, smart, sensitive, almost emotionally available. Geographically? Definitely unavailable. That’s because Finn is traveling the world and surfacing only for random Facebook chats, e-mails, and status updates. Before long, through late-night exchanges of disembodied text, he begins to stir something tender and silly and maybe even a little bit sexy in Julie’s suddenly lonesome soul.

To Julie, the emotionally scrambled members of the Watkins family add up to something that … well … doesn’t quite add up. Not until she forces a buried secret to the surface, eliciting a dramatic confrontation that threatens to tear the fragile Watkins family apart, does she get her answer.

dados-tecnicos

Título do livro: Flat out Love

Autor: Jessica Park

Editora: CreateSpace Independent Publishing Platform

resenhando

Flat out Love é um dos meus livros favoritos, é uma história linda, uma história de amor, de superação… como vocês podem ver, essa resenha não será nada imparcial, realmente fui sequestrada por Julie, Matt, Flat Flinn e Celeste. Esse é o tipo de livro que te deixa com ressaca e te faz pensar que nenhum outro será bom o bastante! hehehe

Vamos a resenha

Após um início difícil em Boston, Julie se muda para a casa da família Watkins, conhecidos de sua mãe, logo ela percebe que há algo de curioso com a família, principalmente com Celeste, irmã mais nova, existe um mistério que faz com que todos a protejam e não questionem a natureza de “Flat Flinn”.

Julie não esperava se apegar tanto a família, e o que era para ser uma estadia provisória acaba tornando-se permanente, Flinn, irmão mais velho está viajando o mundo fazendo trabalhos voluntários, Matt, irmão do meio cursa duas faculdades ao mesmo tempo, ele é muito inteligente, nerd, ama e cuida de sua irmã mais nova, Celeste, que criou um boneco de papelão (tamanho real) com a imagem de seu irmão mais velho (Flinn) para poder lidar com a saudade e a distância.

Todos os membros da família são emocionalmente desequilibrados e de certa forma é justamente isso que ainda os mantém unidos. Celeste e Julie desenvolvem uma bonita amizade que faz com que Celeste vá amadurecendo ao desenrolar da história.

Celeste, mesmo sem ser a personagem principal, rouba a cena durante boa parte do livro, seu sofrimento é verdadeiro, e pela a escrita de Jessica Park é impossível não se emocionar com a personagem e com sua evolução ao longo da narrativa.

Julie pressed the knife into Flat Finn’s waistline and etched a cut across the width. “Start talking, Celeste!” She began to retrace the line, sinking the blade deeper into the cardboard.

“This is a great day to increase limberness!” Celeste yelled unconvincingly. “Think of all of the things you will be able to achieve, Flat Finn!” “He’s doing great. Keep going,” Julie encouraged.

“Um… It was stupid Julie’s idea, and so you will hold her responsible if this surgery ends in tragedy!” “Very funny. Try again. Tell him that this is an important and necessary step in his development. That he will thank you for helping him fit in with others. This is a challenging time, but you are here for him and will get him through this.”

Julie, Flinn e Matt também se tornam amigos, mas Julie não consegue evitar se envolver com Flinn, mesmo sem conhecê-lo pessoalmente. Suas trocas de mensagens são apaixonantes e a amizade vai se transformando em amor.


Flat out Love narra a história da família Watkins, da tragédia que aconteceu com a família e como Julie, mesmo sem ter a pretensão, os resgata. Para que todos possam lidar a realidade é necessário que Julie saiba de toda a verdade o que a afetará profundamente.

Flat out Matt é a história contata brevemente pelo ponto do vista de Matt, com a adição de dois capítulos ao final da história, o que não modifica o desfecho original. No início do livro Matt narra com detalhes a sua relação com seus irmãos e os motivos que levaram a família a ser tão desequilibrada emocionalmente.

Mais uma vez Jessica Park aborda temas difíceis de forma inteligente, com diálogos bem humorados e com uma escrita envolvente. Impossível não de apaixonar por Julie, Celeste, Flinn, Flat Flin e Matt!

onde-comprar

Tradutora, revisora e blogueira ! Apesar de ser carioca, moro em Boa Vista, RR! Sou apaixonada pelos clássicos, mas não resisto a um bom romance açucarado, na minha estante não falta Colleen Hoover, Jessica Park, Tarryn Fisher, Abbi Glines e vários autores nacionais.

3 Responses to Resenha: Amor fora do ar, de Jessica Park

  1. 1

    Achei a história muito inteligente. Os personagens sensíveis. E fiquei com inveja dos posts do Facebook publicado nos perfis dos personagens… super criativos.

  2. 2

    […] postei aqui uma resenha sobre Flat out Love, esse é com certeza um dos meus livros favoritos e um dos […]

  3. 3

    […] falamos algumas vezes da autora Jessica Park aqui no blog, já até postamos a resenha de Flat out Love e nessa mesma resenha eu escrevi um pouco sobre a Celeste, que mesmo sem ser a personagem […]

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

[…] falamos algumas vezes da autora Jessica Park aqui no blog, já até postamos a resenha de Flat out Love e nessa mesma resenha eu escrevi um pouco sobre a Celeste, que mesmo sem ser a personagem […]